23 de novembro de 2010

Em ritmo de embalo...


O Jornal TV está de volta. Acho que agora pra valer. Ou não. O fato é: Falta tempo pra atualizar. Mas assim que possivel, vou postar mais, e mudar o layout etc...
Pois bem, hoje eu quero falar sobre o filme Flashdance na coluna Eu Vi!!! Viu?
O filme de 1983, é puro anos 80, musical, dançante, divertido.
Alex (Jennifer Beals) trabalha como soldadora de dia, a noite ela é dançarina de um animado bar, lá o chefe dela Nick (Michael Nouri) a vê e se apaixona. Excelente dançarina, o sonho de Alex, é entra num conceituado conservatório de balé clássico.
Excelente trilha sonora, cenas de dança inspiradas, mas o filme fica devendo (e muito) no quesito roteiro, na realidade isso costuma acontecer com a maioria dos musicais feitos para a tela grande.
O casal principal se envolve sem conflito, as histórias paralelas não são bem aproveitadas, e quando Nick consegue o teste para Alex, ela se revolta, mas mesmo assim ela faz o teste, e fica por isso mesmo, faltando total exploração desses pontos da história.
Apesar dos pesares, O filme é um verdadeiro ícone Pop, que chama atenção inclusive para a geração que não é dos anos 80, Um romance com muita dança, é isso que acaba se vendo na tela, e nesse ponto o filme é muito feliz, além é claro de sua excelentissima trilha sonora, a qual eu já havia elogiado, são poucos os filmes que tem uma trilha sonora, tão marcante e bem produzida quando esse, tanto que o filme levou todos os prêmios relativos a isso na época, O Oscar, O Globo de Ouro e o Grammy para melhor musica de filme, as musicas What a Feeling e Maniac (de Irene Cara e Michael Sembello respectivamente) são lembradas e sucessos até hoje, ícones do mundo do entretenimento.
Jennifer Beals, até então (para mim) era uma atriz desconhecida, mas dá pra notar ao longo do filme toda a competência da atriz, assim como os demais atores, prejudicados pelo roteiro, que não se justifica, e termina num filme pequeno de 95 minutos, com um saldo positivo, onde a musica e dança conseguem salvar os estragos cometidos pelo roteiro, Indico muito e vale a pena conferir. Eu vi!!! Viu?



Ah, e como curiosidade, no Brasil, o filme ganhou o celebre nome: Flashdance: Em Ritmo de Embalo, coisa comum na época, vide, Dirty Dancing - Ritmo Quente, Footloose - Ritmo Louco e por ai vai...

31 de outubro de 2010

Brasil, mostra a tua cara...



Vale a pena ser honesto no Brasil? E com essa premissa em 1988 começava um clássico da teledramaturgia brasileira: Vale Tudo, de Gilberto Braga, Leonor Baseres e Aguinaldo Silva. Marco dos anos 80, em reprise no canal Viva, e graças a essa reprise, o blogueiro aqui que vos fala, conseguiu finalmente ver esse grande sucesso.
Confesso que achei o primeiro capitulo bem ruizinho, e com uma edição muito apurada, que pareceu muito rápida, ficou claro que correram demais para a história caminhar, o primeiro capitulo ruim, mostrou tudo para uma história simplesmente perfeita e emocionante, os capitulos que se seguem compensam qualquer inicio mal editado.
Raquel (Regina Duarte) mora em Foz do Iguaçu (Paraná Uhu') com a filha Maria de Fátima (Glória Pires), as duas tem temperamentos opostos, e Fátima vende a casa da mãe, a única herança das duas, pega o dinheiro e vai para o Rio de Janeiro tentar subir na vida, custe o que custar. Critica politica e social das melhores, tornam um sucesso dos anos 80 tão atual, afinal o mote central da trama ainda vale em nosso país: Vale a pena ser honesto no Brasil? E ao longo da trama, é isso que os personagens discutem, Raquel de um lado cresce com o seu proprio esforço, já Maria de Fátima sobe na vida usando mentiras e trapaças, e a eterna luta entre o bem e o mal continua na tela. Pessoas comuns, Pessoas milionárias, tudo isso para passar o Brasil a limpo, numa novela simplesmente sensacional.

Voltei....'

>> Insensato Coração: Saida de Ana Paula Arósio, entrada de Paola Oliveira

>> Passione, em fase eletrizante.

>> A Fazenda 3 na Record, continua a mesmice dos reality shows.

>> Nova temporada de SOS Emergência?

>> E o que todos esperavam confirmou-se: A reprise de Sete Pecados não deu nem um pouco certo.

21 de outubro de 2010

Sem tempo

Não abandonei o blog. Mas tem faltado tempo em atualizar e comentar nos blogs vizinhos hehe'..
Estou meio atarefado aqui, e sem tempo também para atualizar o blog com coisas realmente interessantes, como sempre foi a premissa do Jornal TV.
Por isso peço desculpas, e prometo que logo normalizarei as postagens.

Obrigado.

O diferencial de As Cariocas


E ontem estreiou, a série da Globo: As Cariocas. A premissa interessantissima, estreia com seus 10 episódios já gravados, e com a direção de Daniel Filho.
A ideia do seriado é bem simples: Falar de 10 mulheres cariocas, em 10 episódios, Uma por semana, seus amores, sua sensualidade e etc. Tudo isso inspirado pela obra de Sergio Porto.
Interessante ideia, que começou bem. No episódio de estreia A Noiva do Catete, conhecemos a primeira Carioca: Nadia vivida por Alinne Moraes, uma mulher que engana todo mundo, tem um caso com Nelsinho (Pedro Nercesian), é sustentada por um homem mais velho, e é noiva de Carlinhos (Angelo Antonio). O primeiro episódio, foi recheado de cenas calientes, e de alguns momentos divertidos, graças as narrações em Off de Daniel Filho, com textos bem espirituosos sobre a mulher carioca.
Enfim, ficou devendo um pouquinho na parte dramática, que foi pouco explorada, mas no final o saldo ficou mais que positivo, e a equipe da série está de parabéns, e além disso a série foge do grande habitual das series globais, com uma premissa diferente do comum.

11 de outubro de 2010

Eu voltei

Sem tempo, mas estou aqui com a coluna Eu Vi!! Viu? Ao longo da semana tem mais postagens. Eu prometo.



O Diabo Veste Prada


O Diabo Veste Prada, é um filme baseado no grande livro de sucesso de mesmo nome. Andy Sachs (Anne Hathaway) não se veste nada bem, e consegue o chamado “emprego dos sonhos” no escritório de Miranda Prieslity (Meryl Streep), Miranda é editora chefe da revista Runway, e é uma das pessoas mais respeitadas no badalado mundo da moda.
Só tem um pequeno detalhe: O trabalho de Andy não será nada fácil, na realidade, ser assistente de Miranda Prieslity, é ser SÓ assistente de Miranda Prieslity, o filme foca bem isso, a jovem assistente se desdobrando em 30 para poder agradar a chefona. Miranda é um exemplo clássico de vilã que o publico gosta, ela que é a grande vilã da história, ácida e dificilmente esboça um sorriso chama muito a atenção, Aqui o mérito fica todo com Meryl Streep, que indicada ao Oscar foi por conta dessa atuação. Do elenco também vale destacar Anne Hathaway, que aqui abandona para sempre os personagens teens da Disney, e interpreta uma mulher sonhadora que vê aos poucos sua vida tomar novos rumos, e precisa ir correndo atrás de seus sonhos, Andy, que muda de visual no meio do filme, descobre o que muita gente já sabe, se você está indo bem no trabalho, sua vida pessoal provavelmente não estará as mil maravilhas.
O filme é muito bom, em termos de roteiro e até o elogio que faz ao mundo da moda, de maneira bem simples, sem ser critico o filme mostra o mundo fashion, as tendências, e quem faz tudo aquilo acontecer, O Diabo Veste Prada é muito mais que um simples filme de moda, O filme mostra todo o conceito e tudo de bom (e ruim) que esse “mundo” pode trazer.
Enfim, um excelente filme.

27 de setembro de 2010

Conforme prometido...

E a TV Curiosa está de volta. Na outra postagem eu tentei reunir aquelas musicas instrumentais marcantes de seriados, agora vou fazer o mesmo só que com as aberturas cantadas... Se você não viu a outra parte dessa postagem, clique AQUI.

Friends



A divertida abertura ao som The Rembrandts, marcou época e musica virou uma marca registrada da série.

Grey's Anatomy



Ao som de uma musica super interessante, e misturando medicina e vida real, a abertura de Grey's Anatomy, chama a atenção.
Mulher



O excelente seriado da Rede Globo, ganhou uma abertura tudo a ver com a serie, criada por Hans Donne e ao som de uma musica tranquila de Emilio Santiago, resultou no final em uma abertura super legal.
A Gata e o Rato


A Abertura do seriado dos anos 80, (que eu vi por DVD), também é bem simples mas com um jazz simplesmente envolvente, muito bom mesmo.
OC Um Estranho no Paraíso



SOS Emergência



O seriado pode não ter dado muito certo, mas a musica Pulso - Dos Titãs, e as aberturas que mudavam toda semana chamaram a atenção isso chamaram.

A Lei e o Crime



A série policial da Record também tinha uma abertura a altura.

Scrubs



A série de sucesso, uma sitcom, que se passa num hospital, abertura simples, Porém bem legal. Musica I No Superman de Lazlo Brane.

Três é Demais



A musica marcante, de um dos melhores seriados do mundo, exibido pelo SBT nos anos 90.

Ficamos por aqui? Ficou faltando alguma abertura que não poderia ter faltado de jeito nenhum? Deixe um comentário ;)